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A Menina do Rio von Oliveira, Fernando (eBook)

  • Erscheinungsdatum: 30.06.2016
  • Verlag: Books on Demand
eBook (ePUB)
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A Menina do Rio

Romance leve e com final feliz! As dificuldades da vida fizeram-no entender que afinal existem sentimentos e o dinheiro não é o mais importante! Nasceu em Britelo, Celorico de Basto. Frequentou o Curso de Técnico Agrícola, na Escola Técnica e Agrícola de Fermil de Basto, onde completou o referido Curso com distinção! Cumpriu o Serviço Militar Obrigatório, no RAC de Oeiras, tendo sido distinguido com o primeiro prémio de Aptidão Intelectual, entregue durante a cerimónia de Juramento de Bandeira. Auto didacta, observador atento, gosta de conviver com pessoas que lhe tragam mais-valias literárias! Foi através do que leu, ouviu e aprendeu, que chegou à presente obra que agora vos apresenta, confiante que será do vosso agrado!

Produktinformationen

    Format: ePUB
    Kopierschutz: watermark
    Seitenzahl: 328
    Erscheinungsdatum: 30.06.2016
    Sprache: Portugiesisch (Brasilien)
    ISBN: 9783741204395
    Verlag: Books on Demand
    Größe: 701 kBytes
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A Menina do Rio

Estávamos nos princípios de Outubro e anos há, em que uma roupa mais quente já é necessária, mas neste caso tal não era preciso. O verão prolongava-se e os dias eram quentes e agradáveis!

Isabel acordou cedo, levantou-se, espreguiçou-se, e foi abrir a janela. Uma ligeira brisa invadiu o quarto, e ela encheu os pulmões de ar puro e fresco.

Gostava de acordar assim!

Ir á janela, comtemplar a bela propriedade com as suas culturas, respirar aquele ar e sentir o cheiro da terra!

Ela achava isso, um bom começo de dia!

A casa estava silenciosa, sinal que os pais já tinham saído para os seus afazeres. O pai para comandar a equipa de trabalhadores da quinta e a mãe para cozinhar para eles. A exploração tinha um refeitório, para servir o almoço ao pessoal e era ela que o operava.

Resolveu cuidar de si, tratar de algumas arrumações e mais tarde ir á vila. Pôs mãos á obra!

Diogo, também acordou cedo e custou-lhe a levantar! Não o entusiasmava nada ir lá para Semeais! Previa um dia aborrecido, mas decerto seria curto, pois pensava despachar aquilo depressa!

Chegou á vila eram por volta das dez horas e seguiu até á Poço Velho.

Os portões verdes estavam escancarados, o que curiosamente tinha acontecido quando fora buscar a mãe!

_ Aqui as portas estão sempre abertas? Perguntou-se!

Entrou e depois de ultrapassar um grande terreiro, passou uma porta larga interior e chegou ao parque onde estavam paradas algumas alfaias agrícolas.

Estacionou aí e saindo do carro, olhou á sua volta.

Não se via vivalma!

_ Isto está abandonado?

Á sua direita um edifício comprido em pedra, e na frente deste uma enorme superfície em lajes de pedra.

A construção tinha vários metros de frente e estava inserida numa área de pomares. Á sua esquerda, a casa da quinta, senhorial, e magnificamente recuperada!

Em forma de quadrado, tinha as janelas grandes viradas para a rua e já no interior umas escadas largas que davam para o pátio, ou terreiro.

Pintada de amarelo e com a pedra crua á vista, o telhado vermelho, as portas em madeira envernizada, formava um misto de antigo e moderno, verdadeiramente lindo!

Diogo não ligou muito aos pormenores, pois estava apenas preocupado, por não ver ninguém!

Lembrou-se de ter visto mais abaixo, uma casa pequena, provavelmente do caseiro e resolveu ir até lá.

Talvez estivesse alguém!

Teria feito bem em telefonar a dizer que vinha, mas quis fazer surpresa! Tinha curiosidade em saber como as coisas funcionavam, na ausência dos patrões!

Pelos vistos, nem sequer funcionavam!

O que ele não sabia era que a mãe estragara a surpresa! Telefonou ao Alfredo e mesmo que este não tenha dito a ninguém, a verdade é que sabia da visita!

Se tivesse saído á rua e descesse até á casa pequena, teria sido bem mais fácil, mas ele resolveu ir pelo lado de dentro!

A distância entre as duas casas, era de sensivelmente cento e cinquenta metros e Diogo percorreu-os por uma estrada larga e de saibro branco.

Á sua direita alinhava-se a perder de vista, as filas de árvores de fruta, algumas carregadas de frutos, como as laranjeiras e tangerineiras.

O caminho era liso, mas tinha algumas pedras salientes e ele fartou-se de tropeçar nelas, além de lhes dar imensos pontapés, o que não era nada benéfico, para os sapatos impecavelmente engraxados!

Ia em zingue-sague, tentando fugir às topadas, fugia de umas, mas acertava noutras!

_ Malditas pedras do caminho! Exclamou em voz alta, agastado.

Diogo saiu da estrada, que continuava até desaparecer numa descida e entrou num carreiro, ladeado de roseiras ainda em flor, chegando finalmente a um pátio na frente da casa!

As janelas estavam abertas o que noutro lugar seria indício de pessoas, mas naquela terra ao que parece não era assim! Por isso, já não estranhou não ver ninguém!

Subiu até meio da

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