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Miriam Com Parteiras Quatro moças ao presépio von Riggenmann, Konrad Yona (eBook)

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Miriam Com Parteiras

Baseadas em pesquisa diligente, as sete cenas deste natalino apresentam uma visão realista, biblicamente evidenciada e coerente, mas teimosamente negada, da chegada de Jesus neste mundo. Seu fim como vítima do militar romano numa psico-lógica tocante corresponde com seu inicio no útero duma trabalhadora rural vitimizada por um militar romano. Longe de blasfémia, mas cheio de simpatia com ambas as vítimas, essas cenas mostram que, nas palavras do rabino brasileiro Nilton Bonder, não "força e virilidade", mas "a mulher constroi ... a caminhada da humanidade"; e que, nas palavras da teóloga católica Jane Schaberg, a tradição reprimida do nascimento ilegítimo "sem máscara ... apresenta-nos com realidades humanas mais cheias e com um potencial teológico mais profundo." Konrad Yona Riggenmann was born in 1952 and finished his actively Catholic youth only in Augsburg major seminary. With a thesis about Bertolt Brecht he became a teacher in public school, staging plenty and publishing a dozen plays for school and amateur theater in the style of his prizewinning 1994 emigrant drama New Heimat. Graduated in 2001 on John Dewey's impact in Brazilian school, he in 2002 won the right to teach cross-free at a Munich court. In three own books plus one co-authored by Richard L. Rubenstein, Irving Greenberg, Cardinal Lehmann and Pope Benedict, the Flechtheim Prize awardee researched how to learn Jew-hatred. After emigration in 2011, a genetic test in 2012 evinced his DNAncestors among those Portuguese Marranos who back then viewed the Promised Land where he now wrote this book: in Brazil. K.Y. Riggenmann nasceu em 1952 e concluiu a sua mocidade católica ativa só no seminário maior. Tornou-se professor de escola pública com tese de admissão sobre Bertolt Brecht e publicou 12 peças para teatro escolar e amador, seu drama New Heimat sobre emigrantes suábios e judeus sendo premiado em 1994. Pós-graduado em 2001 com tese sobre a influência de John Dewey na escola brasileira, em 2002 um tribunal muniquense após 7 anos lhe permitiu ensinar sem cruz. Honrado pela União Humanista com o Prêmio Flechtheim, em três livros próprios e um junto com Irving Greenberg, Richard Rubenstein, Cardeal Lehmann e Papa Benedito ele inquiriu como se aprende o ódio aos judeus. Emigrado em 2011, em 2012 um teste genético provou seus DNAncestrais entre aqueles marranos portugueses que na época buscaram a Terra Prometida onde ele escreveu o livro: no Brasil. K.Y. Riggenmann kam 1952 zur Welt und beschloss seine aktiv katholische Jugend erst im Augsburger Priesterseminar. Mit einer Arbeit über Bertolt Brecht wurde er Volksschullehrer, publizierte 12 Stücke für Schul- und Amateurtheater wie sein 1994 preisgekröntes Emigrantenstück New Heimat. Promoviert in 2001 über John Deweys Wirkung in Brasiliens Schule, bekam er 2002 in München nach sieben Prozessjahren das Recht, kreuzfrei zu lehren. In drei Büchern plus einem zusammen mit u.a. Richard L. Rubenstein, Irving Greenberg, Kardinal Lehmann und Papst Benedikt untersuchte der Flechtheim-Preisträger, wie Judenhass gelernt wird. Nach Emigration in 2011 erwies ein Gentest in 2012 seine DNAhnen unter jenen portugiesischen Marranos, die das Gelobte Land dort suchten wo er dieses Buch schrieb: in Brasilien.

Produktinformationen

    Format: ePUB
    Kopierschutz: watermark
    Seitenzahl: 108
    Sprache: Portugiesisch (Brasilien)
    ISBN: 9783748153948
    Verlag: Books on Demand
    Größe: 1375 kBytes
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Miriam Com Parteiras

Mateus: As avós de Jesus

"Livro da geração de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão. Abraão gerou a Isaque ..." e assim por diante. Este trecho (Mateus 1), representando a transição da "Bíblia Antiga" ao "Novo Testamento", enumera 40 ancestrais antigos de Jesus. Olhando mais de perto, porém, cinco véus femininos reluzem entre eles:

"Judah gerou, de Tamar, a Perez e a Zerah ..."

"Salmom gerou, de Raabe, a Boaz ..."

"Boaz gerou de Rute a Obede ..."

"Davi gerou a Salomão da de Urias ..." cujo nome foi Bate-Seba.

"Jacó gerou a José, marido de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado Cristo. (Mateus 1, verso 16).

O marido da Maria que geralmente e doutrinalmente é considerado como padastro do Jesus, aqui é o elo indispensável na cadeia genealógica ligando Abraão com o filho da Maria. Então Jesus foi gerado por José ben Jacó? Não, porque imediatamente depois da cadeia inteira segue o desmentido: "Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do Espírito Santo" (Mateus 1:18). Aqui José definitivamente não é o pai natural, não tendo convivido com Maria ainda.

Contradição textual ou edição desleixada? Não se deve ter este Mateus, o provavelmente único judeu dos evangelistas, por bobo. Certamente ele estava completamente ciente da inconsistência dentro de um mesmo capítulo do texto dele. Completamente ciente ele tinha copiado a linha dos ancestrais de Davi do primeiro livro das Crônicas (1-2) e modificado a linha dos filhos de Davi para chegar a uma simetria limpa tripartida de 14 gerações até Davi, 14 até a Babilônia e 14 da Babilônia até Jesus - contanto que, porém, se conta a Maria como equivalente de homem. A nova edição de Mateus é completamente intencional. Mas o que é a intenção? Será que ele, que "escreve entre judeus para judeus", 3 tencionou conduzir os seus leitores judeus, pela menção das quatro avós do rei Davi, para um segredo aberto no ambiente judaico dele, um detalhe biográfico vital da quinta mãe judia, Maria de Nazaré? Que tal de detalhe isso pudesse ser, talvez podemos apurar olhando de mais perto às quatro mulheres especiais Tamar, Rahab, Ruth, Bate Seba, essas mães excepcionais que Mateus achou dignas de tomar posição entre 40 patriarcas?

Tamar consegue filho: Judá, o quarto filho de Jacó, tinha migrado para Canaã e se casado com uma cananeia de nome Sua num casamento misto. Ela deu à luz três filhos dele, e os chamou Er, Onã e Selá, que cresceram para - assim ele esperava - dar a ele netos, e "Judá, pois, tomou uma mulher para Er, o seu primogênito, e o nome dela era Tamar." Porém, Er morre cedo. Agora Judá obriga o segundo filho a casar-se com a viúva para "suscitar descendência a teu irmão". Casamento pouco romântico, e não admira que Onã começou fazendo não exatamente o que refere ao nome dele mas coito interrompido, cada vez, "e derramava o sêmen na terra". Porque isso não é saudável e "era mau aos olhos do Senhor", Onã morre também. Agora Tamar tem que esperar até que Selá, o terceiro filho de Judá, avançar à idade núbil para ser dado a ela de terceiro marido. Em vão ela espera. Selá já é grande, mas Tamar percebe que o sogro não iria dar o terceiro filho à Viúva Negra dos dois filhos mortos. Entretanto, morre a esposa de Judá, e alguém avisa Tamar que depois do período de luto ele "sobe a Timna, a tosquiar as suas ovelhas". Na entrada do vilarejo Enayim, o viúvo vé uma prostituta com rosto coberto, e pelo preço de um cabrito ela concorda. Porém, porque Judá não tem cabrito em mãos, ela pede o "selo, cordão e cajado que está em sua mão" como penhor. Ele dá, ela se dá.

Três meses depois, deram aviso a Judá, dizendo: "Tamar, tua nora, adulterou, e eis que está gravida." Coisa grave, e com tal mulher o patriarca acaba sem demora: "Tirai-a fora para que seja queimada." Porém, a condenada coloca na mesa três obje

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